domingo, 21 de agosto de 2011



{Um olhar do Paraíso}
Eu também voltaria para tê-lo. Nem que fosse a última vez.
"Você sabe que não importa o que acontecer, sempre terá um pedaço de mim que vai ter você. A cada dia que passa, dói ainda mais a sua ausência. Vico de recordações, de esperanças, de olhares perdidos, pensamentos viajantes.
Você sabe que não sou anda sem você. Não sou nada sem o seu carinhos, afeto, sem a sua mão apertando a minha, o seu abraço nas horas de dor, o seu olhar confortador.
Dói tanto que chega a corroer meu coração, tornando-o um estrago a mais no planeta. Sinto como se já não tivesse mais uma missão. E tudo por causa do maldito sentimento que guardo por ti. Quisera eu convertê-lo em ódio, cólera, raiva, mas sei que não consigo. Porque por mais que eu tente, o máximo que consigo é te amar ainda mais."

Escrevi ese texto em 2009 acreditando estar vivendo ele. Mas agora, dois anos depois, eu estou nele. Minha vida parece um d'vaju, medo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011


sábado, 16 de julho de 2011

Eu sou tão boba que às vezes acho que o fato de estar terrivelmente apaixonada pode afetar o funcionamento do meu cérebro.

Sério, aquelas coisas sobre você ficar feliz e sempre estar disposta é uma mentira muito absurda. Certo, que às vezes, somente às vezes, você está tão distraída que se dispõe a fazer favores que em sã consciência não faria, como lavar uma pilha de louças, ou tomar um rémedio incrivelmente ruim. Mas acredite, na maior parte do tempo vai querer exageradamente chegar em casa só para ligar o som, ficar ouvindo musiquinhas melosas e pensando naquilo.

VINTE E QUATRO HORAS. TRAGICAMENTE VINTE QUATRO HORAS.

Claro que isso não ocorre a todas as pessas que estão enamoradas, tem gente que consegue separar. Pena que isso, para mim, e oraçes subordinadas não passam de tentativas em vão - por mais que eu tente nunca consegui aprender essa parte da gramática. Eu não consigo/sei/quero amar pela metade, e por mais que isso me prejudique as vezes - em sua maioria -, deve haver uma parte boa.

Que eu ainda estou tentando descobrir, acredite.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Cansei de ser filhinha de mamãe!

Se você é dessas pessoas que cresceram sendo criados por tios, avós, primos e etc., e agora sua mãe não larga do seu pé, tentando recuperar o tempo perdido, te sufoca como se fosse um animal de estimação, e você ainda tem o infortúnio de certas pessoas te chamarem de criancinha/filhinho da mamãe/ e afins, vai entender o seguinte post. Se não, e interpreta-me como revoltada, nem se dê o trabalho.

Sufocada.

É essa a palavra que me define no exato momento. Não sei se o clima também contribui, mas acontece que já não aguento mais isso. Sim, caro leitor, é como um desespero... Não completo, mas um que me acompanha há anos e que só agora resolveu explodir. Não me interprete mal, eu amo minha mãe, muitissimo, mas estou cansada dela fazer tudo por mim, e ela simplesmente não consegue parar!
E assim, fica realmente díficil crescer... Fico imaginando as situações pelas quais terei que passar no futuro, e não saberei como agir. O que me causa tamanha angústia, porque já comecei uma nova etapa da minha vida, que exige maturidade suficiente, e ás vezes tenho vontade que correr pros braços da minha mãe e chorar. Exatamente como uma criança.

Outro aspecto. O modo como me tratam, muitas vezes até com repulsa, também é algo que me entristece. Diálogo muito produtivo de alguém que dizia me amar:

"Você não sabe de nada, você é uma criança, você não sabe o que é ter responsabilidade... Você nunca pagou uma conta, você nunca trabalhou..."

Resumindo: Eu sou uma filhinha de mamãe.

E mais cômico disso, é as pessoas pensam que eu gosto dessa situação, que eu adoro ver minha mãe tomando decisões que deveriam ser minhas, que amo ver minha mãe fazendo tudo por mim. E não assim que a banda toca, eu já estou cansada disso faz tempo, mas agora resolvi tomar a rédeas da minha vida. Eu quero crescer, eu quero aprender a fazer algo sozinha - mesmo que isso signifique errar muitas vezes, - quero saber lidar com meus problemas, quero me defender. Quero lavar minha roupa, quero pagar por elas, quero fazer minha comida, e se não, passar fome, quero dormir no sofá porque não me chamaram, ou chegar atrasada na faculdade porque esqueci do despertador, quero trabalhar, quero pagar minhas contas, quero fazer a compra do mês e SE sobrar dinheiro pensar em ir tomar uns porres (kk ninguém é de ferro). Quero ser eu grande, quero ser gente grande, porque afinal, já vou fazer dezoito anos! E não sei cozinhar, diga-se de passagem. Aliás, também não sei lavar roupa.

Enfim, estou tentando... Tá meio dificil, porque eu sou filha única (ainda por cima!), e minha mãe recusa-se a me deixar crescer... Aquele papo de mãe coruja e tals. Mas todavia, devagar se vai longe, à propósito, já vou até morar sozinha *-* hahaha

Beijos ;♥

sexta-feira, 6 de maio de 2011






AIIIIN, EU QUEROOO! :(

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Esperar não é perder tempo, é perceber que há tempo certo pra tudo...porque Deus não demora... Ele capricha!


Tô esperando...