Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.
Não é como se eu precisasse das letras do alfabeto para viver. Mas preciso delas para me definir, para ser quem sou, para me descobrir. Vivo de histórias, ficções, realidades... Sonhos e fantasias, baldes de tristezas e alegrias, e um pouco mais de melancolia.